Animação é a primeira adaptação da série que já tem 37 edições
Cuiabá (MT), 12/07/2019 – Um mês após o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil e um dia antes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completar 29 anos, o Ministério Público do Trabalho lança a primeira adaptação do projeto MPT em Quadrinhos para o formato de desenho animado e convoca a sociedade, mais uma vez, a refletir sobre os prejuízos do trabalho infantil. O lançamento ocorrerá nesta sexta-feira (12), às 9h (horário de Brasília), e poderá ser acompanhado pelas redes sociais do MPT.
Entre as 37 edições já publicadas pelo MPT em Quadrinhos, a escolhida para dar início às adaptações foi a nº 2: Trabalho Infantil – Mitos e Verdades. O desenho conta a história de Lucas, uma criança que trabalha em uma feira para ajudar o pai. Um dia, Larissa e João, personagens fixos da série, estão fazendo compras quando o menino se oferece para carregar as sacolas. “Mas isso aqui tá muito pesado pra você”, diz Larissa, com ar de reprovação. Quando o pai do garoto se aproxima e é questionado sobre a situação, tenta se justificar. “Eu mesmo comecei a trabalhar logo cedo, se bem que eu larguei a escola, mas o Lucas continua estudando direitinho”.
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Termos do acordo visam extinguir lixão da cidade
Natal (RN), 11/07/2019 – Como resultado de atuação conjunta entre o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) e o Ministério Público do Estado do RN (MP-RN), o prefeito do município de Lajes assinou, na última segunda-feira (8), um termo de ajustamento de conduta (TAC), comprometendo-se a implantar um aterro controlado e a regulamentar o trabalho de catadores de materiais recicláveis na cidade. O acordo faz parte de uma série de negociações que o MP-RN e o MPT estão realizando com o objetivo de fomentar a geração de renda para os catadores e extinguir os lixões ainda existentes no interior do Rio Grande do Norte.
No acordo firmado, o prefeito de Lajes se comprometeu a empregar esforços para a constituição de associação ou cooperativa de catadores de materiais recicláveis com atuação na cidade, bem como a construir, na área do aterro controlado a ser instalado conforme compromisso firmado com o MP-RN, uma área de vivência, um escritório e um galpão para seleção e classificação de materiais recicláveis, antes da entrega dos resíduos para compactação.
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Comissão Estadual para os ODS se reuniu em Natal
Natal (RN), 10/07/2019 – O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) participou, na segunda-feira (8), da reunião periódica da Comissão Estadual para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Rio Grande do Norte. Reunidos na sala de reuniões do Gabinete Civil do Governo do Estado, representante de várias secretarias estaduais, dos poderes legislativo e judiciário, universidades e instituições da sociedade civil debateram estratégias para o cumprimento dos 17 objetivos definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), integrantes da Agenda 2030.
O objetivo da comissão é debater, propor e fiscalizar ações e projetos para o cumprimento dos 17 objetivos definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), integrantes da Agenda 2030, e sua aplicação em harmonia com o Plano Plurianual do Estado para o Quadriênio 2020-2023, atualmente em discussão.
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Ferramenta oferece informações mais contextualizadas e facilita a formulação de políticas públicas em municípios
Brasília (DF), 02/07/2019 – Com o objetivo de apresentar dados de forma mais intuitiva e contextualizada, o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançou a nova versão do Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas. A ferramenta traz como novidade a divulgação de dados municipais para que gestores analisem e formulem políticas públicas efetivas sobre o tema. Clique aqui para acessar o site.
O novo observatório está subdividido em quatro áreas: Panorama Geográfico, Perfil dos Casos de Trabalho Escravo, Proteção Social e Garantia de Direitos e Fluxos Migratórios Nacionais. Dessa forma, é possível avaliar o aprimoramento de políticas públicas tanto dos locais de naturalidade quanto os de residência dos trabalhadores resgatados, medir a presença de diferentes órgãos estatais e de entidades que constituem a rede de proteção social, conhecer vulnerabilidades de acordo com o perfil etário e de sexo, a escolaridade e a raça dos resgatados, além das principais rotas percorridas pelos trabalhadores.
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